| às 14:41
Difícil acreditar que acima de uma cidade tão tortuosa como esta, exista uma imensidão tão bonita.
-Maria Eduarda Nascimento
Pra discontrair
| às 18:29
Óh, Dels! Com eu queria aquele moreno na minha night (cantada de pedreiro mesmo, se trocarmos 'night' por 'laje'). Pude paquerar a vontade, já que estava com óculos escuros e me senti a linda quando percebi que ele estava me olhando. Ganhei meu dia...-Oi, Ric.
- Oi, linda. Por que estava me olhando enquanto falava com a Taty?
- Como tu sabia que eu estava te olhando?
- Seus óculos novos irados, são transparentes, esqueceu?
Apenas um desabafo
| às 18:02
Foi no dia que eu te vi, que eu aprendi a sorrir.
Foi no dia que você me esqueceu, que eu voltei a chorar.
| às 12:58
Crônica mensal
| às 13:48
Passei uma semana sem conseguir te olhar nos olhos, sem te dar o mínimo carinho. Qualquer aproximação sua era motivo para ser histérica. Agora me sinto uma idiota e também me senti ao decorrer da semana. Me olhava no espelho e chorava, te dizia que nunca seria perfeita, que não entendia como você gostava de mim. Chorava devorando uma caixa de chocolates, olhando as espinhas do meu rosto e sentindo raiva de mim mesma por ser tão idiota. Depois senti raiva de você, raiva por ser tão bom comigo e por me aguentar. No seu lugar, eu não me aguentaria, pensei. Pedia pra você ficar longe e depois te queria por perto e te abraçava. Era a dona da razão e segundos depois a pessoa mais carente, carente de você.
Era uma vez uma menina que acreditou demais
| às 17:00
Era uma vez uma menina que cresceu e acreditou ter se apaixonado várias vezes. De todas vezes que o sonho acabou, ela acreditou nunca mais amar um dia. Ela era muito pequena e acreditava ser grande. Era uma criança e acreditava ser uma mulher. De todos os "amores" que teve, acreditou que iriam durar a vida inteira e de todos, achou que seria o último. A cada inicio de paixão, acreditou ser amor verdadeiro e a cada decepção, acreditou ser a morte. Fez muitas besteiras por acreditar em amores falsos e sofreu demais pelas consequências, consequências que achava valerem a pena, já que acreditava que amar tinha dessas coisas.
Hoje a menina cresceu mais um pouco, já deixou de acreditar naqueles amores, já entende um pouco mais sobre a vida e já perdeu as contas de quantas vezes quebrou a cara por conta do passado. Mas sabe o passado? Ela se livrou dele. E hoje, a menina ( que nem mais menina, mas ainda não é mulher), está vivendo um novo amor e ainda acredita que pode ser verdadeiro, que pode durar para sempre, que podem valer as consequências e que ela pode sofrer se acabar. Mas notaram a diferença? Hoje a menina não tem mais certeza de tudo. Talvez seja verdadeiro, talvez dure pra sempre, talvez as consequências valham a pena, talvez ela sofra. Acho que as coisas funcionam assim quando a gente cresce.
Como nomear de justo?
| às 14:38
Eu estava concentrada na minha vida, imaginando no quanto ela estava tranquila quando passou uma gaivota e pousou longe, nas pedras onde as ondas do mar batiam. A maré estava baixa e as pessoas aproveitavam para dar mergulhos. Fui rápida ao pegar minha câmera e tirei várias fotos da gaivota. 










