Crônica de Natal
Minha tia chegou assustada, falando eufórica que minha cadelinha havia cavado o cimento ao lado da nossa casa. Mas ela era tão pequena, como teria conseguido? A maior surpresa viria depois, no desenho que tinha se formado no chão.
Segui para o corredor e procurei o buraco, ainda que estivesse muito escuro. Não havia buraco, ela cavou uma cruz.
Maria Eduarda Nascimento








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